Tem campanha na Rua SIM!


Fui acordada às 4h da madrugada pelos gritos histéricos de Charlene Duvallier:
Mana, sem pressa me responde: A campanha eleitoral pela presidência do Garantido já esta na rua?
Balbuciando um bom dia, tento organizar meus argumentos, de repente, Charlene grita! Agora, responde com pressa, por favor!
Saudade de você minha querida amiga APIMENTADA.
E o tsunami continua. Esse povo que sai por ai dizendo que não é hora de fazer campanha e blá, blá, blá... Me poupe!! A campanha começou no dia seguinte após a derrota dos deltas, vai me dizer que eles são superiores, que engoliram a derrota?
 As articulações, dos nada desarticulados, “Deltas” esta de vento em poupa; e o povo diz que não esta em campanha? São almoços, reuniões, blocos, bandas, grupos sociais, esquina, e fuxico muito fuxico... Estão errados? CLARO que não!!! Tem que se preparar, a associação é um espaço democrático...
Agora, posar na foto com os desafetos do BOI GARANTIDO, com o povo que não sabe brincar, perde uma eleição e muda de boi, conspira contra tudo o que vermelho e branco, critica tudo, a associação não presta, todo mundo é corrupto e só tem gente feia... Aí é pra acabar!!!
Quer o poder pra que mesmo?  Para a nossa associação virar extensão da CASA de alguns, para trabalhar com o grupo de eleitos e amordaçar quem tem opinião própria?
Se bem me lembro, todas as pessoas que ousaram disputar com o grupo delta uma eleição perderam e foram expurgadas da associação... Ter OPOSIÇÃO não pode.
Charleneeeee respira! Falo impaciente, ela continua  a falar sem parar.
E essa agora? Um determinado ser do lado escuro da força que afirmou: ...Ele, (delta Mor, que gosta de armar situações duvidosas)   é um “mal necessário”! Necessário para quem, para que?... Para nos matar de vergonha, jogar dinheiro fora (pagar jurados, comprar resultados, é o mesmo que dizer que não confia no trabalho da comissão de arte), isso é INVERSÃO DE VALORES... Nossa disputa é na ARENA, esse é o nosso compromisso com os milhares de apaixonados que acreditam em nossa cultura. O que eleva a nossa autoestima é ganhar do contrario e não passar a perna no coitadinho.
Bafão da semana   http://www.fatoamazonico.com/site/noticia/alto-dirigente-do-boi-caprichoso-e-flagrado-em-encontro-com-armando-do-valle/,  Presidente Blue em almoço japonês com articulista planador...  nada assustador se,... Os deltas não estivessem em campanha pela presidência do Garantido. Babá cá entre nós, armando não, não  vale ganhar um campeonato e sujar a sua administração tão reluzente.


Beijos rubros, estamos no AR! 
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Não tenho inveja, tenho amor!



Outro dia Charlene Duvallier  me perguntou: Lydia Lucia você conhece a inveja?
Eu respondi imediatamente: não!
Depois, com calma e muito lentamente, fui lembrando-me de quantas vezes vivi a inveja.
Por muito tempo eu tive inveja das pessoas boas, altruístas, aquelas benevolentes que riem à toa.
Crescendo mais um pouquinho, vivi a inveja de pessoas que tinham amigos duradouros, que perdoavam tudo, que recomeçavam todo dia, de maneira mais leve, com um sol saltando em seus olhos.
Cresci mais um tiquinho e vivi a inveja das pessoas que tinham muita fé, que rezavam pelo próximo, pela comunidade e pelo mundo.
Passei anos vivendo das pessoas que sabiam amar... Nossa! Como eu sofria por não amar, por não entender essa cegueira desmedida de quem ama.
Cresci, fiquei grávida, pari, virei mãe...
Conheci a bondade... Dei a vida a outro ser humano, era o melhor de mim, minha essência vivendo fora do meu corpo em outra pessoinha... Olhava com amor, velava o sono, me emocionava com o cheiro, choro, novas descobertas.
A cada fase de crescimento de minhas filhas, eu também crescia... Diariamente me reinventava, renascia e a cada dia melhor um pouquinho.
Descobri o poder da oração, o valor que tem saber dobrar os joelhos em estado de humildade a cada noite de medo causado pelas doenças que assombravam meus bebês. Pedia em oração que Deus deixasse as dores em mim, que já estava acostumada, mas nunca em minhas filhas.
Como mãe, descobri que tenho uma enorme capacidade de perdoar, de cumplicidade, de compreensão incondicional, de rir à toa, de guardar o melhor pedaço, arrumar as roupas deixadas ao longo do caminho, e ser feliz, mesmo quando elas casam vão embora e começam a sua própria historia. Acho que isso é amor.
Hoje, vejo que as minhas invejas eram sintomas de grande admiração por qualidades em pessoas queridas e que me inspiraram a despertar o melhor lado humano que tenho: cumplicidade, companheirismo, fidelidade e empatia.
Portanto, minha amiga, mesmo respondendo por impulso: Não tenho inveja, tenho amor!


Charlene Duvallier, GALEROSA!




Garantido campeão, abrindo o novo centenário.



E Charlene me liga às 6h da manhã para dizer: Sou Item 19, a melhor GALERA DO FESTIVAL!!! E a metralhadora é disparada.
- Que Galera é aquela, não para nunca, não sossega, não cansa e não cala. Amiga, cheguei às 11 na fila, pois sou BUNITA. Fiz amizade na madrugada com o povo da fila, e me comprometi em levar um lanchinho para os novos amigos. Levei um brunch, por que sou fina.
Sério Charlene, você é fina indo para a Galera na área gratuita?
Claro, fui item, fiz a diferença, fui sangue suor e paixão... E não venha com esse preconceito safado  de que somente pobre vai para as arquibancadas do povão... Isso é balela, eu sou RICA e fui. Essa gratuidade faz toda a diferença para os verdadeiros torcedores, para todos aqueles que querem sentir na pele o arrepio da arena, curtir o festival no zero oitocentos é outro nível. Torcedores apaixonados interagindo dando o tom na arena, vibrando, contagiando o colega que está ao lado, mandando energia para os demais itens em evolução... isso não tem preço.
Conhecer melhor a galera mudou a forma de ver o trabalho do Comando Garantido, a preocupação com a segurança dos 18 mil torcedores da galera (seis mil por noite), o estudo dos desenhos cênico-coreográficos, o cuidado com a distribuição dos kits... Tudo matematicamente estudado, pois na galera estão pessoas diversas, que nunca se viram antes, que muitas vezes estão pela primeira vez no festival e conseguir que todos sem ensaio prévio façam a mesma coreografia, sigam os animadores de galera é lindo!
Tem que ir é pra GALERA aquele que diz ser torcedor de verdade. Sou Item 19 do Boi Garantido!!!
Charlene Duvallier desliga o telefone gritando: vai tremer, o chão vai tremer...

Ai, que nojo!



Vejo no visor do meu celular: Perigo, não atender!
Forçando uma simpatia na voz, atendo: Oi Charlene Duvallier, onde dói hoje?
Dor?... O que eu sinto é nojo! Isso mesmo, estou com nojo desse povo metido que vem puxar saco de governador contra a cultura popular...
O que será que incomoda esse povo, será?
Ø  A projeção nacional do talento dos artistas da ilha de Parintins?
Ø  O Boi-bumbá elevar a autoestima dos amazonenses, até mesmo daqueles que não “gostam do boi”?
Ø  Aceitar os elogios dados por famosos, ricos e intelectuais quanto à beleza do festival de Parintins, ao contrário “dele” que afirma nas rodas pequenas que o único boi que ele gosta é o do churrasco?
Ø  Ou ainda, quando fazem EVENTOS em nome do boi e não repassam nada para as associações?
Ø  Ou aqueles reprimidos que ficam esperando uma oportunidade de entrar nesse mundo encantado do boi-bumbá, e juram quem sempre admiram a cultura do boi bumba de Parintins desde o berço? (morro de rir da cara de pau desses paraquedistas)
Não quero falar dos benefícios da cultura e blá, blá, blá... Não quero mais!...
Quero falar é da hipocrisia e da inveja desse povo que não sabe REALIZAR um evento de sucesso como o FESTIVAL DE PARINTINS, que saiu do quintal da Baixa da Xanda, um bairro de pescadores, de uma Ilha de 5 .952 km², com pouco mais de 100 mil habitantes, e que LACRA com maestria, jogando a sua arte na cara dos dinossauros de entretenimento da capital o seu sucesso INTERNACIONAL.
Uma cidade que saiu PARA O MUNDO de cabeça erguida, que  pintou a sua  cara de índio, como índio ,e ensinou o bailado do dois pra lá , dois prá cá.
A sistematização da disputa (O festival) não é a NOSSA CULTURA... BRINCAR DE BOI, SIM, É NOSSA  CULTURA!
Vai ter Festival Folclórico em Parintins SIM, e tu? Vem pra Parintins, mas vem de armadura  feita de um material que possa boiar...
Antes de desligar ela canta...
Em Parintins você vai ver
O que é amor, você vai ver
O que é amor, você vai ver
O que é amor...
A gente pega quem navega nesse barco
Sou do São José, dessa cunhã, do meu pajé...

Meu feicebuque: Charlene-Duvallier